Olá, esse é nosso blog e nele vocês irão aprender sobre o filósofo John Locke, aqui ficará bem mais fácil e divertido conhecê-lo cada vez mais, esperamos que gostem e desfrutem do nosso trabalho, pois, está sendo feito com muito esforço e dedicação para melhor esclarecermos as dúvidas sobre esse grande homem. Se tiverem alguma dúvida comentem nossas postagens! Os componentes presentes nesse grupo são: Evelin Bastos, Inara Carvalho, Luana Guimarães, Sofia Lara, Thaís Barros e Victória Veiga. Bons estudos, até mais!

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Teoria do conhecimento


Segundo Locke, então, a mente não teria absolutamente idéias inatas. O que seriam inatas eram as faculdades: a mente percebe, lembra, e combina a idéias que lhe chegam do mundo exterior. Ela também deseja, delibera, e quer, e estas atividades mentais são elas próprias a fonte de nova classe de idéias.

De acordo com Locke todas as idéias de Reflexão caem nas seguintes subcategorias:
1. Memória: a habilidade de chamar uma idéia ausente de volta à consciência;
2. Retenção: a habilidade de manter um pensamento na consciência;
3. Discernimento: a habilidade de reconhecer diferenças entre as coisas;
4. Comparação: a habilidade de reconhecer as semelhanças entre as coisas;
5. Composição: a habilidade de construir novas idéias tomando como material, outras idéias; e
6. Abstração: a habilidade de distinguir princípios de relação abstratos (tais como provas matemáticas), os quais jazem por trás de outras idéias e assim criar uma idéia de generalidade.

A experiência é pois dupla. Nossa observação tanto pode visar objetos externos da sensibilidade quanto operações internas da própria mente. No primeiro caso as idéias são de sensação, no segundo, de reflexão. No entanto, sem a sensação a mente não teria com que operar e portanto não poderia ter idéias de suas operações, ou seja, idéias de reflexão.